terça-feira, 6 de junho de 2017

A Mansão de Quelícera

Já pensou em unir seu gosto por games e aprender sobre arte ao mesmo tempo? Agora isto já é possível, graças a um jogo que une a aventura dos games e a aprendizagem sobre arte. Neste link, você pode se conhecer um pouco sobre como funciona o jogo, se cadastrar e dar início à aventura!

                Fonte: http://www.casthalia.com.br/portfolio/quelicera_por.html

terça-feira, 22 de outubro de 2013

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Vaso de Confete



















 Materiais necessários:

1 Balão
1 Pincel
Confetes
Uma vasilha
Cola.
OBS: Se só tiver a cola branca, pegue uma vasilha, coloque 50% de cola branca e 50% de água, e se quiser que ela fique brilhante também acrescente 1 colher de verniz e misture bem. Se você usar a cola branca sem misturar com água, seu vaso vai manchar e se você não quiser misturar a colher de verniz com a cola, seu vaso não vai ficar brilhante, mas vai ficar como nas imagens abaixo.


Tutorial

Passe uma camada de cola na metade do balão seguida de uma camada de confetes. Siga alternando as camadas e finalize com uma camada de cola. Use o verniz (opcional).
Prontinho = )




Obs: A vasilha serve apenas para você colocar o balão dentro enquanto cola os confetes, para estes caírem dentro da vasilha e não espalhar pela mesa ou chão. Você pode por os confetes dentro da vasilha e mergulhar o balão dentro com cola ou como preferir.

Obs2: A diferença entre a primeira e as outras imagens é que para fazer o primeiro vaso, foi utilizada uma cola especial que é cola, verniz e selador ao mesmo tempo. É exatamente ela que dá um melhor acabamento e deixa a peça lisa e com aspecto cintilante.

Obs3: Quando estiver bem seco, não estoure o balão. Tente desamarrá - lo, mas se não conseguir, fure ele perto do nó para ele secar bem devagar e desgrudar melhor.



sexta-feira, 19 de abril de 2013

Esquilo de Papercraft


 Trabalho realizado pelos alunos do 1° ano C da Escola Vespasiano Ramos em 19-04-13 ;) Para baixar o molde, clique aqui







quarta-feira, 6 de março de 2013

Arte em Papel





By: Alunos do 1° ano D (2013) da Escola Vespasiano Ramos

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Caixa de Papel





Créditos: Alunos do 1° Ano D da Escola Vespasiano Ramos

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A Fontana di Trevi


A Fontana di Trevi (Fonte dos trevos, em português) é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi, em Roma. A fonte situava-se no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma.


Uma curiosidade sobre a fonte é em relação ao seu nome: porque se chama Fontana di Trevi? Na idade média três ruas se cruzavam naquele local formando um trivium ou seja, um cruzamento de três ruas (que porém se localiza no limite da praça dei Crociferi). Neste local ficava a mostra da Água Virgem, da qual deriva a Fontana di Trevi. Hoje é possível ainda admirar uma característica do bairro medieval desenvolvido nas proximidades: trata-se do arco no lado oposto da fonte, cujas colunas se erguem no meio das vitrines da loja da Benetton.
Muitas competições entre artistas e arquitetos tiveram lugar durante o Renascimento e o período Barroco para se redesenhar os edifícios, as fontes, e até mesmo a Scalinata di Piazza di Spagna (as escadarias da Praça de Espanha). Em 1730, o Papa Clemente XII organizou uma nova competição na qual Nicola Salvi foi derrotado, mas efetivamente terminou por realizar seu projeto. Este começou em 1732 e foi concluído em 1762, logo depois da morte de Clemente, quando o Netuno de Pietro Bracci foi afixado no nicho central da fonte.
A estátua do deus Netuno está representada sobre um carro em forma de concha puxado por dois cavalos-marinhos, que foi protagonista de várias cenas da história do cinema. Entre essas cenas, a mais famosa é, indubitavelmente, a do filme La Dolce Vita, dirigida pelo cineasta italiano Federico Fellini


Além disso, desde a rodagem do filme "Three Coins in the Fountain", que em português recebeu o título de "A Fonte dos Desejos", a tradição diz que, se você jogar uma moeda na fonte, voltará a visitar a cidade. Porém, se você for solteiro(a), aqui vai outra dica: a tradição também diz que, se você jogar duas moedas, vai encontrar a sua outra metade da laranja em Roma! 

Mas a Fontana di Trevi esconde também outras lendas, que foram surgindo durante quase dois séculos de sua história (ela foi inaugurada em 1761). Uma destas lendas se refere a Nicola Salvi, o arquiteto que projetou a fonte. Segundo a lenda, a escultura no muro que circunda a fonte na esquina com o rua da Stamperia, que parece representar um grande vaso, tenha sido colocada por Salvi por um motivo bem preciso.
Parece que o arquiteto não se dava muito bem com um barbeiro que tinha sua loja bem na rua que hoje é a da Stamperia. O barbeiro o assediava com criticas e julgamentos negativos sobre os trabalhos na fonte. Assim Salvi colocou a sua frente este vaso, de forma que não pudesse mais ver os trabalhos. Os romanos depois re-batizaram esta escultura com o nome de asso di coppe (ás de copas), pela sua semelhança com a carta de baralho.


As outras duas lendas se referem aos casais de namorados. Para todas as namoradas cujo amado deve servir o exército ou viaja por trabalho, é garantido amor eterno se fazer com que o namorado beba um copo de água da fonte e depois quebrem o copo, assim o homem não esquecerá dela jamais.
Outra forma mais simples e sobretudo mais saudável para prometer amor eterno é o de beber na chamada Fontanina degli Innamorati (fontezinha dos apaixonados) que fica do lado direito, perto do às de copas. Só precisa que os dois apaixonados bebam juntos para serem fiéis por toda a vida.
Salvi morrera alguns anos antes, em 1751, com seu trabalho ainda pela metade. A fonte foi concluída por Giuseppe Pannini, que substituiu as alegorias insossas que eram planejadas, representando Agrippa e Trivia, as virgens romanas, pelas belas esculturas de Netuno e seu séquito.

Fontes: